sábado, 12 de novembro de 2011

Ibama apreende veículos e multa envolvidos no tráfico de Araras em Uruguaiana/RS

Porto Alegre (11/11/2011) - O Ibama/RS apreendeu os três veículos envolvidos em uma operação de tráfico de animais na fronteira do Estado. Os veículos foram conduzidos para Porto Alegre nesta quarta-feira (09/11). Uma caminhonete Ford Ranger de propriedade de um arquiteto uruguaio envolvido no comércio ilegal de Araras Canindé (Ara ararauna), bem como dois Fiat Siena de propriedade de dois brasileiros, igualmente envolvidos na ilegalidade, ficarão apreendidos no Ibama até o final do processo administrativo (no âmbito do Ibama).




Segundo o superintendente do Ibama/RS João Pessoa Moreira Junior a política de ações compartilhadas com a Polícia Federal (inclusive de informações) permitiu a rápida intervenção do órgão ambiental na apreensão dos veículos e na aplicação de cinco autos de infração, totalizando R$ 217 mil reais.



Os animais foram enviados provisoriamente para o criadouro São Braz, em Santa Maria, para fins de coleta de material biológico que será analisado pela Universidade Federal de Santa Maria afim de verificar o estado sanitário dos espécimes, que estão bastante debilitadas. Uma das araras morreu durante a viagem e segundo o chefe do Núcleo de Fauna do Ibama/RS, Paulo Wagner, provavelmente por estar muito debilitada e também devido ao forte calor que fez no Estado nesta quarta-feira. Outros dois filhotes estavam com dificuldade de se alimentar, mas estão reagindo bem. De acordo com o chefe do Núcleo já estão sendo feitos contatos com unidades do Ibama na Região Centro Oeste para fins de repatriação dos espécimes a sua região de origem.


Porto Alegre (11/11/2011) - O Ibama/RS apreendeu os três veículos envolvidos em uma operação de tráfico de animais na fronteira do Estado. Os veículos foram conduzidos para Porto Alegre nesta quarta-feira (09/11). Uma caminhonete Ford Ranger de propriedade de um arquiteto uruguaio envolvido no comércio ilegal de Araras Canindé (Ara ararauna), bem como dois Fiat Siena de propriedade de dois brasileiros, igualmente envolvidos na ilegalidade, ficarão apreendidos no Ibama até o final do processo administrativo (no âmbito do Ibama).




Segundo o superintendente do Ibama/RS João Pessoa Moreira Junior a política de ações compartilhadas com a Polícia Federal (inclusive de informações) permitiu a rápida intervenção do órgão ambiental na apreensão dos veículos e na aplicação de cinco autos de infração, totalizando R$ 217 mil reais.



Os animais foram enviados provisoriamente para o criadouro São Braz, em Santa Maria, para fins de coleta de material biológico que será analisado pela Universidade Federal de Santa Maria afim de verificar o estado sanitário dos espécimes, que estão bastante debilitadas. Uma das araras morreu durante a viagem e segundo o chefe do Núcleo de Fauna do Ibama/RS, Paulo Wagner, provavelmente por estar muito debilitada e também devido ao forte calor que fez no Estado nesta quarta-feira. Outros dois filhotes estavam com dificuldade de se alimentar, mas estão reagindo bem. De acordo com o chefe do Núcleo já estão sendo feitos contatos com unidades do Ibama na Região Centro Oeste para fins de repatriação dos espécimes a sua região de origem.




No sábado (06/11) a Polícia Federal recebeu informações sobre a comercialização de 14 Araras Canindé (oito juvenis e seis filhotes) no município de Uruguaiana e na operação deteve e prendeu os infratores, que assinaram termo circunstanciado e responderão ao processo criminal em liberdade pois o tráfico de animais é considerado crime de menor potencial ofensivo. Durante o depoimento dois envolvidos, ambos brasileiros e contumazes infratores - um deles inclusive já foi preso traficando flamingos - admitiram que traficam animais silvestres como araras para clientes do Centro Oeste e do Sul do país e em contrapartida, levam aves exóticas para o Norte e Nordeste. A ação da Polícia Federal faz parte da Operação Sentinela, que tem como alvo ações de fiscalização na faixa de fronteira.




A Arara Canindé consta no Anexo II da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção - Cites. A Convenção regulamenta a exportação, importação e reexportação de animais e plantas, suas partes e derivados, através de um sistema de emissão de licenças e certificados que são expedidos quando se cumprem determinados requisitos. Um dos requisitos para expedição de licenças é se determinado tipo de comércio prejudicará ou não a sobrevivência da espécie. O Brasil aderiu à Convenção em 1975.





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